Plásticas da Ocidentalização
Por Ana Magal
ana.magal@gmail.com
@anamagal
Que o Brasil é um país miscigenado, isso todo mundo sabe, mas hoje também é um dos principais no mundo com imigrantes orientais, principalmente vindos do Japão China e Coreia. E por conta disso, cada vez mais as mulheres com descendência asiáticas estão tentando amenizar os traços especificamente orientais, mas sem perder sua essência original.
De cara reconhecemos um oriental ou seus descendentes, pelos enigmáticos e charmosos olhos puxados. Mas não é só essa característica que faz da mulher ásio-descendente entregar sua origem étnica. Os seios muito pequenos e a tendência a ter manchas na pela é outra característica bem atenuante nas pessoas que descendem da raça oriental.
E cada país de origem transmite outras características específicas para cada pessoa. As descentes de chineses, por exemplo, são conhecidas por não terem praticamente nenhuma protuberância na região do bumbum. Apesar das orientais em geral não terem essa parte do corpo avantajada, as chinesas são muito menos "abençoadas" nessa região do corpo. Mas isso e outros "incômodos" hoje podem ser resolvidos na sala de cirurgia estética.
A lipoescultura pode ajudar a modelar o corpo, quase sempre sem formas desenhadas por serem tão magras. Implantes líquidos de silicone podem resolver o problema da região do bumbum e as próteses dos seios pequenos. Mas como transformar a característica mais forte (os olhos) desses descendentes sem alterar drasticamente sua forma original? Com uma correção cirúrgica criada especialmente para os asiáticos e seus descendentes.
Essa cirurgia chama-se Ocidentalização, e tem como objetivo corrigir um problema genético que a maior parte das pessoas oriundas do oriente possuem, a falta de sulco ósseo palpebral, conhecida como as dobrinhas nas pálpebras. Claro que a sociedade e a história tem uma parcela de culpa nessa "exigência" de se ocidentalizar, porque até bem pouco tempo não tinha problema algum ser um descendente oriental, era até considerado exótico e charmoso.
Com o padrão de beleza globalizado, as orientais e descendentes, também querem ter um corpo cheio de curvas e rosto similar aos outros moradores dos países ondem vivem, por isso muitas optam por realizar a cirurgia plástica de ocidentalização.
A técnica de ocidentalizar os olhos orientais é para deixá-los mais abertos. Para isso é aplicada uma anestesia local e feita uma pequena incisão próxima aos cílios. Depois o cirurgião retira gordura localizada nesta área acomodando o músculo no local correto sem forçar demais. Assim quando as descendentes orientais olharem para cima terão aquela sensação de que seus olhos estarão mais abertos por realizarem a famosa dobrinha palpebral.Mas elas precisam tomar cuidado. Os orientais e descendentes tem tendência a ter cicatrizes hipertróficas, aquelas que são visíveis a olho nu por serem mais altas, grossas, avermelhadas e, algumas, até doloridas. Por esse motivo, o pós-operatório deve ser muito mais rígido para elas. A utilização de fitas adesivas com corticoides é obrigatório para evitar a hipertrofia da cicatriz durante o processo de recuperação. Outra dica são as massagens locais específicas para cada caso. Elas ajudarão a pele a assentar de forma mais uniforme e terminar o processo de cicatrização sem danos ou dores.
Se você quiser dar um visual mais acentuado aos olhos puxados, capriche na maquiagem, opte por usar tufinhos de cílios postiços somente nos cantos externos das pálpebras, assim eles darão uma sensação de que os olhos são maiores. Caso o maquiagem não resolva seu problema, procure um cirurgião de confiança e arrisque abrir seus olhos cirurgicamente.
Lembrando sempre de pesquisar bastante e conversar com pessoas que já tenha realizado esse tipo de cirurgia anteriormente. Sua saúde, deve ficar acima de tudo, sempre!
Por Ana Magal
ana.magal@gmail.com
@anamagal
Que o Brasil é um país miscigenado, isso todo mundo sabe, mas hoje também é um dos principais no mundo com imigrantes orientais, principalmente vindos do Japão China e Coreia. E por conta disso, cada vez mais as mulheres com descendência asiáticas estão tentando amenizar os traços especificamente orientais, mas sem perder sua essência original.
De cara reconhecemos um oriental ou seus descendentes, pelos enigmáticos e charmosos olhos puxados. Mas não é só essa característica que faz da mulher ásio-descendente entregar sua origem étnica. Os seios muito pequenos e a tendência a ter manchas na pela é outra característica bem atenuante nas pessoas que descendem da raça oriental.
E cada país de origem transmite outras características específicas para cada pessoa. As descentes de chineses, por exemplo, são conhecidas por não terem praticamente nenhuma protuberância na região do bumbum. Apesar das orientais em geral não terem essa parte do corpo avantajada, as chinesas são muito menos "abençoadas" nessa região do corpo. Mas isso e outros "incômodos" hoje podem ser resolvidos na sala de cirurgia estética.
A lipoescultura pode ajudar a modelar o corpo, quase sempre sem formas desenhadas por serem tão magras. Implantes líquidos de silicone podem resolver o problema da região do bumbum e as próteses dos seios pequenos. Mas como transformar a característica mais forte (os olhos) desses descendentes sem alterar drasticamente sua forma original? Com uma correção cirúrgica criada especialmente para os asiáticos e seus descendentes.
Essa cirurgia chama-se Ocidentalização, e tem como objetivo corrigir um problema genético que a maior parte das pessoas oriundas do oriente possuem, a falta de sulco ósseo palpebral, conhecida como as dobrinhas nas pálpebras. Claro que a sociedade e a história tem uma parcela de culpa nessa "exigência" de se ocidentalizar, porque até bem pouco tempo não tinha problema algum ser um descendente oriental, era até considerado exótico e charmoso.
Com o padrão de beleza globalizado, as orientais e descendentes, também querem ter um corpo cheio de curvas e rosto similar aos outros moradores dos países ondem vivem, por isso muitas optam por realizar a cirurgia plástica de ocidentalização.
A técnica de ocidentalizar os olhos orientais é para deixá-los mais abertos. Para isso é aplicada uma anestesia local e feita uma pequena incisão próxima aos cílios. Depois o cirurgião retira gordura localizada nesta área acomodando o músculo no local correto sem forçar demais. Assim quando as descendentes orientais olharem para cima terão aquela sensação de que seus olhos estarão mais abertos por realizarem a famosa dobrinha palpebral.Mas elas precisam tomar cuidado. Os orientais e descendentes tem tendência a ter cicatrizes hipertróficas, aquelas que são visíveis a olho nu por serem mais altas, grossas, avermelhadas e, algumas, até doloridas. Por esse motivo, o pós-operatório deve ser muito mais rígido para elas. A utilização de fitas adesivas com corticoides é obrigatório para evitar a hipertrofia da cicatriz durante o processo de recuperação. Outra dica são as massagens locais específicas para cada caso. Elas ajudarão a pele a assentar de forma mais uniforme e terminar o processo de cicatrização sem danos ou dores.
Se você quiser dar um visual mais acentuado aos olhos puxados, capriche na maquiagem, opte por usar tufinhos de cílios postiços somente nos cantos externos das pálpebras, assim eles darão uma sensação de que os olhos são maiores. Caso o maquiagem não resolva seu problema, procure um cirurgião de confiança e arrisque abrir seus olhos cirurgicamente.
Lembrando sempre de pesquisar bastante e conversar com pessoas que já tenha realizado esse tipo de cirurgia anteriormente. Sua saúde, deve ficar acima de tudo, sempre!
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